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MAX
MUSEU DE ARQUEOLOGIA DE XINGÓ
   
Exposições Especiais

O Universo Simbólico de Véio
A vida, o cotidiano, as estórias...
Uma “literatura de cordel” em madeira.

Na abrangência do espaço e na dinâmica do tempo insere-se o cotidiano dos grupos vivenciais sertanejos. O entendimento do homem transita, necessariamente, pela sua objetivação, ou seja, contextualizado e situado no tempo. Ao dialogar com o seu entorno, o homem cria e, ao fazê-lo, produz a cultura.


O Museu de Arqueologia de Xingó - MAX, seguindo tal entendimento, tem procurado resgatar, na região, não apenas a pré-história, mas também, a abrangência antropológica do homem contemporâneo, aproximando tradição e modernidade.

Documentar significa considerar o escultor e sua obra como singularidade: sua individualidade face ao contexto em que se situa. Busca-se apresentar a visão do artista em relação ao seu trabalho e ao mundo em que vive.

A exposição O Universo Simbólico de Véio pretende resgatar, em parte, o cotidiano das comunidades sertanejas, a partir da privilegiada visão crítica de um artista popular.


Cícero Alves dos Santos, 54 anos. Quando registrado dessa forma, nada representa no mundo sergipano. Acrescente-se: VÉIO. Abre-se o espaço das artes para acolher um ilustre membro, o nosso Vitalino, que faz do sítio SOARTE, a 8 km de Nossa Senhora da Glória/SE, o Alto do Moura sergipano. Há entre os dois artistas populares, Vitalino de Caruaru e Véio de Glória, no registro do cotidiano, uma crônica do comum com acentuada crítica social.